PROTECFLOR - Dispositivo de Protecção e Defesa Contra Incêndios Florestais
Programa financiador:
Potencial Económico da R.A.Madeira
Eixo: III - Desenvolvimento sustentável
Domínio de Intervenção:
Protecção e valorização do ambiente
Região de Intervenção:
Madeira
Fundo:
FEDER
Beneficiário:
Serviço Regional da Proteção Civil da Madeira, IP-Madeira
Data de Aprovação: 01/09/2009
Data do Contrato: 12/05/2011 (1ª alteração)
Data de Conclusão: 29/04/2011
Custo Total:
€1.641.599,42
Custo Total Elegível:
€1.531.917,47
Comparticipação Comunitária:
€1.225.533,98
TSF: 'Objectivo 2013' - 18.01.2010
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Descrição do Projeto

O dispositivo dos bombeiros da RAM necessitava da alteração da sua capacidade operacional de proteção à floresta na luta para a preservação e conservação do coberto vegetal. Apresentando a ilha mais de 75% de floresta, em que cerca de 25% é reserva Biogenética da Europa e Património Mundial UNESCO, a sua afetação por meio de fogos florestais acarretaria, não só uma perda individual de bens e pessoas, mas uma perda coletiva com graves repercussões imediatas na qualidade de vida dos seus habitantes, de forma direta e indireta em todos aqueles que nos procuram por esse equilíbrio biofísico e espaços naturais de grande apetência turística.

Assim, o projeto pretende assegurar a continuidade da eficácia do dispositivo instalado, modernizando-o e aumentando a sua capacidade de resposta, evitando que os incêndios florestais possam originar situações de grave perigo, catástrofe ou calamidade pública, para locais e visitantes, com repercussões turísticas e de economia regional.

Assim, este projeto tem por objetivos: dotar as corporações de bombeiros das áreas florestais mais sensíveis e importantes de capacidade operacional para proteção e defesa da floresta; melhorar a eficácia do dispositivo de resposta a situações de grave perigo, catástrofe ou calamidade pública; contribuir para a segurança das populações; combater os efeitos da erosão e movimentações em massa; contribuir para a gestão dos recursos hídricos; impedir a delapidação de bens de interesse comum; e, defender património da UNESCO.

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