Circuito Hidráulico de Vale do Gaio
Programa financiador:
Valorização do Território
Eixo: Eixo II - Sistemas Ambientais e de Prevenção, Gestão e Monitorização de Riscos
Domínio de Intervenção:
Empreendimentos de Fins Múltiplos do Alqueva - FC
Região de Intervenção:
Alentejo
Fundo:
Fundo de Coesão
Beneficiário:
EDIA – Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva, SA
Custo Total:
19.292.515,68
Custo Total Elegível:
14.405.733,55
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Descrição do Projeto


 

O “circuito hidráulico de Vale de Gaio” é um projeto que permitirá a ligação da albufeira de Vale do Gaio ao Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva – EFMA, que conjuntamente com a albufeira de Pego do Altar, são o início do Sistema das Águas Públicas do Alentejo, que satisfaz a totalidade das necessidades de água para abastecimento urbano e industrial dos Concelhos de Alcácer do Sal e Grândola.

A operação em referência envolve os troços do adutor que estabelecem a ligação desde a derivação para a albufeira de Odivelas (no circuito hidráulico de Odivelas) até ao nó do Torrão, permitindo a adução de água e seu armazenamento, aos reservatórios da Baronia e de Barras, beneficiando ainda, para além da finalidade do abastecimento público e industrial, novas áreas de regadio localizadas na margem direita do rio Guadiana, numa área de cerca de 3.923 ha.

Este projeto foi selecionado como projeto “Boas Práticas” por, complementarmente a este objetivo de abastecimento de água às populações e atividades económicas, integrar ainda uma pequena central hidroelétrica (a mini-hídrica de Odivelas) que ao funcionar, por um lado, como órgão de dissipação da energia associada à entrega dos caudais distribuídos pela ligação Alvito – Vale do Gaio, e com origem na albufeira de Alvito e, por outro, permitir a produção de energia elétrica a partir de uma fonte renovável de energia (energia hídrica), assume um papel determinante na otimização e maximização dos investimentos da rede primária, e na maximização do aproveitamento do potencial hídrico por explorar, possibilitando a produção de energia através do normal funcionamento do referido circuito hidráulico contribuindo, complementarmente, para os objetivos da politica energética nacional na redução da sua dependência face ao exterior e na redução da emissão de gases com efeito de estufa (GEE), pela exploração mais intensiva dos recursos energéticos endógenos, onde assume particular relevância a energia hídrica.

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