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N.º 28 | 16 de agosto de 2013

CENTRO DE INFORMAÇÃO EUROPEIA JACQUES DELORS (CIEJD) DIVULGA ESTUDO DE OPINIÃO SOBRE O PRÓXIMO QUADRO FINANCEIRO
"Que meios para o nosso Futuro: o próximo quadro financeiro da União Europeia" foi o tema do estudo de opinião realizado pelo Centro de Estudos e Sondagens de Opinião (CESOP) da Universidade Católica Portuguesa (UCP) por iniciativa da Comissão Europeia, através do CIEJD, Direção-Geral dos Assuntos Europeus – Ministério dos Negócios Estrangeiros, na qualidade de Organismo Intermediário da CE

               

Os principais resultados do estudo de opinião são os seguintes:

  • em geral, os inquiridos identificam-se mais com Portugal do que com a Europa;
  • a maioria dos inquiridos desconhece os montantes envolvidos no orçamento da União Europeia. Quando confrontados com o orçamento previsto, a maioria dos inquiridos considera que este é suficiente, embora simultaneamente considere que o correspondente valor percentual do PNB dos Estados-Membros poderia ser superior;
  • as áreas que, no entendimento dos inquiridos, mais deverão beneficiar de financiamento europeu são as seguintes: Agricultura e Pescas; Inovação e Investigação; Apoio à criação de emprego (PMEs, Educação e formação profissional) e Políticas ambientais;
  • a maioria dos inquiridos concorda com a existência de um governo económico europeu, é favorável à harmonização fiscal entre Estados-Membros e defende a emissão de dívida por parte da União Europeia;
  • a maioria dos inquiridos concorda com o reforço dos poderes orçamentais e avalia positivamente o papel desempenhado pelo Parlamento Europeu. Na opinião da maioria, o Parlamento Europeu deveria participar no processo de decisão quanto às receitas do orçamento da UE;
  • uma larga maioria de inquiridos é favorável ao princípio da proporcionalidade das contribuições dos Estados-Membros e é igualmente favorável ao aumento de recursos próprios. Contudo, é desfavorável à criação de impostos e taxas por parte da UE;
  • a maioria dos inquiridos avalia negativamente o impacto da PAC na agricultura portuguesa, opondo-se porém à sua extinção, preferindo a reformulação da PAC.

 

Saiba mais no site do CIEJD, AQUI.  

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