Os autores apontam conclusões sobre o impacto das tendências económicas globais sobre a UE em 2030. Apresentam os indutores do crescimento para, de seguida, problematizarem sobre a evolução da UE e os desafios políticos que se lhe colocam. Descrevem um mundo mais rico e mais envelhecido no qual a população mundial pode começar a declinar e onde a globalização do comércio pode ter atingido o seu auge. Novos agentes económicos vão emergir. A China é descrita como uma grande potência que terá que provar sua capacidade para enfrentar as transições económicas / políticas. A fraqueza da dinâmica da população da UE (e declínio da força de trabalho) vai colocar uma pressão significativa sobre o crescimento económico: forças centrífugas (finanças, comércio, dívida, energia) reduzem a eficácia da integração.
Conheça o estudo "The Global Economy in 2030: Trends and strategies for Europe" , AQUI.





