«Somos também o Estado com a mais elevada taxa de execução da União Europeia», referiu o Ministro, que assinalou que, apesar destes bons indicadores, Portugal «não conseguiu fazer as reformas de fundo que necessitava» perdendo competitividade e divergindo da Europa na primeira década de 2000, porque as prioridades e a forma como os fundos foram utilizados apenas «alimentaram a velha economia em vez de a transformar».
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