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«AO PORTUGAL 2020 É CONFERIDO UM PAPEL ESSENCIAL PARA QUE A ECONOMIA PROSSIGA UMA TRAJETÓRIA DE CRESCIMENTO SUSTENTADO»

17 de fevereiro de 2015

 

«Ao Portugal 2020 é conferido um papel essencial na transição para um quadro de financiamento da economia portuguesa normalizado onde os recursos são escassos, o regresso ao défice externo nos está vedado, e o investimento é crucial para que a economia prossiga uma trajetória de crescimento sustentado», afirmou o Ministro Adjunto e do Desenvolvimento Regional, Miguel Poiares Maduro, na tomada de posse do Presidente e dos Vice-Presidentes da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) Algarve, em Faro.


Reafirmando que «o principal défice do País é de competitividade», o Ministro acrescentou que «o primeiro objetivo definido para os fundos será a dinamização de uma economia aberta ao exterior, capaz de gerar riqueza de maneira sustentada, prologando e intensificando a abertura realizada nestes últimos três anos».


«A competitividade e internacionalização que ambicionamos para a economia portuguesa é indissociável de outro grande objetivo e eixo temático do próximo ciclo de programação de fundos, o fomento do capital humano», referiu ainda Miguel Poiares Maduro, explicando que «este é o primeiro ciclo de programação onde há um programa temático intitulado de inclusão social e emprego».


Realçando que «é essencial acautelar que o desenvolvimento futuro se faz beneficiando do todo territorial português», o Ministro alertou para que «não pode haver um Portugal a duas velocidades, nem existirá verdadeira competitividade se desperdiçarmos recursos de partes do nosso território».


«Esforçar-nos-emos para que os fundos sejam um incentivo à mudança de culturas institucionais, tanto entre agentes e organizações da administração pública como entre privados» e «as CCDR terão aqui um papel fundamental a desempenhar», afirmou também o Ministro.


E concluiu: «O Portugal 2020 valoriza muito o papel das CCDR, através do reforço dos programas operacionais regionais […] Trata-se de promover uma gestão de maior proximidade nos fundos europeus porque esta se traduz em melhor conhecimento dos problemas e uma maior adequação das intervenções públicas à realidade do território».


Fonte: Portal do Governo

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